Quem é essa aí?

Eu nasci no vigésimo sétimo dia do sétimo mês de 1991 em Planaltina, uma pequena cidade no interior de Goiás que, por ter uma homônima no DF, ganhou o apelido simpático de “Brasilinha”. Filha de dois comerciantes amorosos, criei cedo o gosto pela leitura enquanto crescia em Formosa, um idílico reino goiano na fronteira brasiliense. Muito quieta e assim tão dada a enfiar a cara em livros, fui diagnosticada logo com a síndrome do estranhamento: não sabia se queria ser gente ou personagem. Sou formada em jornalismo pela UnB (Universidade de Brasília). Na “Brasília grande”, aliás, moro até hoje. Fui repórter, dependente de café e ocupo o cargo de editora do Metro Jornal. Em 2017, integrei a lista de 150 mulheres que estão fazendo literatura no Brasil, feita pelo site “São Paulo Review of Books”. Em 2018, fui uma das vencedoras do edital de fomento à literatura do Ministério da Cultura com o livro, inédito, “O rio que corta a vida”, a saga histórica de uma família goiana ao longo de dois séculos de Brasil. Sigo escrevendo.

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Foto: Andressa Anholete