Quem é essa aí?

 

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Eu nasci no ano de 1991 em Planaltina de Goiás, uma pequena cidade no interior goiano que, por ter uma homônima no DF, ganhou o apelido simpático de “Brasilinha”. Filha de dois comerciantes muito queridos e atarefados, criei cedo o gosto pela leitura enquanto crescia em Formosa, um idílico reino goiano na fronteira brasiliense. Muito quieta e assim tão dada a enfiar a cara em livros, fui diagnosticada logo com a síndrome do estranhamento: não sabia se queria ser gente ou personagem. Sou formada em jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB). Na “Brasília grande”, aliás, moro até hoje, com três gatos e um marido (nessa ordem). Fui repórter, dependente de café, editora do jornal Metro e hoje trabalho com comunicação e direitos humanos no Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Sou autora da novela de folhetim “Pequenas Esposas”, publicada pela Revista AzMina. Em 2017, integrei a lista de 150 mulheres que estão fazendo literatura no Brasil, feita pelo site “São Paulo Review of Books”, e achei isso muito chique. Em 2018, fui uma das vencedoras do edital de fomento à literatura do Ministério da Cultura com o livro, inédito, “O rio que corta a vida”, a saga histórica de uma família goiana ao longo de dois séculos de Brasil.

Em 2021, se o corona deixar, publico meu primeiro romance, “Apague a luz se for chorar”, pela Alfaguara, selo da Companhia das Letras.

Sigo escrevendo.

 

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